Alvar Aalto
quarta-feira, maio 31, 2006
Preparativos de fuga
E entre Tornio e Luleia? E entre Narvik e Bodo? Há autocarros, já descobri o horários. E ir a Jyväsjärvi para visitar o museu?
E entre Tornio e Luleia? E entre Narvik e Bodo? Há autocarros, já descobri o horários. E ir a Jyväsjärvi para visitar o museu?
terça-feira, maio 30, 2006
Os dados estão à vista de toda a gente. Refiro-me aos mostrados e explicados por Medina Carreira, um dos poucos portugueses que parece saber ainda o valor da realidade e do dizer-se a verdade sobre ela.
O programa de ontem, do "Pros e Contras" foi , em si mesmo, um bom exemplo do nosso drama: A apresentadora parecia acima de tudo interessada na revisão da constituição e em possíveis recados do Eng. Belmiro ao Governo. O senhor da Galp que ficou ao lado do Dr. Medina Carreira veio falar da "excelência" e dos optimismos e ficou, claro está, calado, quando lhe foi lembrado que o crescimento de 0,6 foi o que conseguimos com todas essas virtudes...
Mas alguém realmente perigoso é o estimável Dr. Silva Lopes: é bem intencionado, honesto e parece sensato, com os seus gradualismos ficando, por vezes, o Dr. Medina Carreira com o papel de louco exaltado. E afinal... é devido ao "bom senso" dos Drs. Silva Lopes deste país que estamos como estamos... é devido a esses cuidados que diariamente a nossa situação se agrava...
No final, entre alguns prognósticos espectaculares, dramáticos, de guerras civis e outras palermices, a nota de realidade foi dada, de novo pelo Dr. Medina Carreira que apenas falou do nosso mais óbvio e pacífico futuro: a pobreza, apagada, calma e vil.
O programa de ontem, do "Pros e Contras" foi , em si mesmo, um bom exemplo do nosso drama: A apresentadora parecia acima de tudo interessada na revisão da constituição e em possíveis recados do Eng. Belmiro ao Governo. O senhor da Galp que ficou ao lado do Dr. Medina Carreira veio falar da "excelência" e dos optimismos e ficou, claro está, calado, quando lhe foi lembrado que o crescimento de 0,6 foi o que conseguimos com todas essas virtudes...
Mas alguém realmente perigoso é o estimável Dr. Silva Lopes: é bem intencionado, honesto e parece sensato, com os seus gradualismos ficando, por vezes, o Dr. Medina Carreira com o papel de louco exaltado. E afinal... é devido ao "bom senso" dos Drs. Silva Lopes deste país que estamos como estamos... é devido a esses cuidados que diariamente a nossa situação se agrava...
No final, entre alguns prognósticos espectaculares, dramáticos, de guerras civis e outras palermices, a nota de realidade foi dada, de novo pelo Dr. Medina Carreira que apenas falou do nosso mais óbvio e pacífico futuro: a pobreza, apagada, calma e vil.
Uma amável leitora deste blog (que redundância!) situou a ida de Bergotte à exposição no 5º volume da RTP Recherche Temps Perdu), a páginas 177 da edição da Relógio de Água (a traduzida por Pedro Tamen). Na minha edição, a da Livros do Brasil, a páginas 174. Aproveite-se e leia-se.
Mas o episódio não era, afinal, aquilo que tinha referido. Aquele de eu que falava é uma descrição de um quadro, ou meramente de uma cor, ou de uma textura que, pareceu-me quando li, exige de nós uma fusão entre os olhos da corpo e os do espírito, da alma (como Santa Teresa de Ávila distinguia), a um ver que se transmuta em visão, em luz sobre este mundo (e sobre nós nele) no limite do suportável por uma pobre mente ocidental.
Vou continuar a procurar.
Mas o episódio não era, afinal, aquilo que tinha referido. Aquele de eu que falava é uma descrição de um quadro, ou meramente de uma cor, ou de uma textura que, pareceu-me quando li, exige de nós uma fusão entre os olhos da corpo e os do espírito, da alma (como Santa Teresa de Ávila distinguia), a um ver que se transmuta em visão, em luz sobre este mundo (e sobre nós nele) no limite do suportável por uma pobre mente ocidental.
Vou continuar a procurar.
segunda-feira, maio 29, 2006
Li Monsieur Proust até bastante tarde. As despesas que este fazia - e que horrorizavam e preocupavam a sua empregada - pôde fazê-las porque sua Mãe tudo fez para que ele tivesse rendimentos suficientes para viver e escrever sem os constrangimentos das faltas de dinheiro. Proust foi, nesse sentido, um escritor planeado (com a minúcia que hoje em dia se guarda para os atletas olímpicos ou estrelas de cinema). E, também, toda as suas excentricidades foram, afinal, medidas ponderadas de gestão: sendo a sua obra o único fim importante, tudo o mais, conveniências sociais, horários, tudo foi moldado para que a sua obra pudesse ser terminada.
Céleste Albaret fala, de quando em vez, da saída de Proust para rever um quadro de Vermeer, saída que este, creio, utilizou na sua obra. Mas, nascidas dessa ida ou de outra, anterior, aconselho a todos que leiam ou releiam essas considerações sobre a textura de uma parede de um muro que, foram, creio, das coisas mais assombrosas que alguma vez li. Está no último volume da RTL, no "Tempo Reencontrado"*.
* Não está. Está na Prisioneira ou na Fugitiva (já folheei a Prisioneira e não encontro, creio que o capítulo sobre a morte de Bergotte está na Fugitiva que não sei onde pus....). E não é uma parede de um muro: é o "petit pan de mur jaune"; podem ler mais aqui.
Céleste Albaret fala, de quando em vez, da saída de Proust para rever um quadro de Vermeer, saída que este, creio, utilizou na sua obra. Mas, nascidas dessa ida ou de outra, anterior, aconselho a todos que leiam ou releiam essas considerações sobre a textura de uma parede de um muro que, foram, creio, das coisas mais assombrosas que alguma vez li. Está no último volume da RTL, no "Tempo Reencontrado"*.
* Não está. Está na Prisioneira ou na Fugitiva (já folheei a Prisioneira e não encontro, creio que o capítulo sobre a morte de Bergotte está na Fugitiva que não sei onde pus....). E não é uma parede de um muro: é o "petit pan de mur jaune"; podem ler mais aqui.
domingo, maio 28, 2006
Deliciei-me com a etimologia de Charlotte e, porque estou cada vez mais ingrato, ao invés de agradecer e por aí ficar, sempre direi que o dito no Bomba sobre a lavagem dos lenços de assoar de Monsieur Proust é uma memória falsa, como tive ontem o prazer de descobrir!
O que aconteceu foi que Céleste, a Albaret, encarregada, uma vez, de comprar lenços para Proust, comprou, por mais baratos, uns menos bons do que aqueles que o Escritor usava, na campónia esperança que este não percebesse e assim poupasse uns cêntimos. Proust, claro está, deu pela diferença. Céleste lavou e relavou os lenços e após uma segunda tentativa de o fazer usá-los, disseminando-os na pilha dos lenços, tentativa gorada pela meticulosidade das mucosas do grande escritor, ainda persistiu, com mais lavagens, etc., uma terceira vez. Proust, sem esgotar a sua bonomia, viu-se obrigado a cortar com uma tesoura de unhas um desses lenços à frente de Céleste, para que esta compreendesse quão vãs seriam as possibilidades de ludibriar o Escritor.
Sobre isto, construiu a memória benfazeja da Ilustre Bloguista uma história de piedosa devoção albaresca. Não, minha senhora, tudo não passou de uma tentiva desastrada de encobrimento de uma sovinice (ainda que por interposto pecúlio).
O que aconteceu foi que Céleste, a Albaret, encarregada, uma vez, de comprar lenços para Proust, comprou, por mais baratos, uns menos bons do que aqueles que o Escritor usava, na campónia esperança que este não percebesse e assim poupasse uns cêntimos. Proust, claro está, deu pela diferença. Céleste lavou e relavou os lenços e após uma segunda tentativa de o fazer usá-los, disseminando-os na pilha dos lenços, tentativa gorada pela meticulosidade das mucosas do grande escritor, ainda persistiu, com mais lavagens, etc., uma terceira vez. Proust, sem esgotar a sua bonomia, viu-se obrigado a cortar com uma tesoura de unhas um desses lenços à frente de Céleste, para que esta compreendesse quão vãs seriam as possibilidades de ludibriar o Escritor.
Sobre isto, construiu a memória benfazeja da Ilustre Bloguista uma história de piedosa devoção albaresca. Não, minha senhora, tudo não passou de uma tentiva desastrada de encobrimento de uma sovinice (ainda que por interposto pecúlio).
sexta-feira, maio 26, 2006
Ainda o abalo
Na "votação" uma forma de inquérito no Sapo, à declaraçao de Welsh sobre a necessidade do "grande abano" 85,1% dos "votantes" declaram que é necessário um não pequeno abano salvador... 10,2% ficam-se pelo talvez e 4,7% discordam dessa necessidade. O que valem estas "consultas" a gente sabe. Mas 85%? Creio que tenho razão: o governo está a governar com medos e cuidados que já não são necessários há anos. Bem sei que seria necessário o sacrifício de parte da classe média, dos seus previlégios, e que chegada a altura... mas mesmo assim, não sei se não seria possível dar o pulo para os tempos de hoje. Nem ninguém sabe ou saberá, enquanto nao surgir a coragem de propor um país radicalmente diferente - aquilo que está a ser feito no resto do mundo, a começar por aqui ao lado, em Espanha, e que aqui ainda é mera especulação de café, ou de blog.
Portugal precisa de um «grande abalo»
diz Welsh, segundo as notícias do Sapo:
"Portugal é visto no estrangeiro como um país em contínua degradação e declínio no que respeita ao mais variados indicadores económicos, necessitando de um «grande abalo». O retrato negro é traçado pelo guru da gestão norte-americano, Jack Welch.
«Ele (Jack Welch) diz que é humilhante para os portugueses a percepção que o exterior tem de Portugal, com uma contínua degradação e declínio ao longo dos últimos anos», disse Mira Amaral.
A educação, formação profissional, inovação, investigação, desenvolvimento tecnológico e níveis de exportação foram alguns dos exemplos apontados. «Se compararmos o crescimento com o dos países da Europa do Leste, com a Irlanda ou Espanha , eu ficaria embaraçado com o desempenho económico português», afirmou."
O resto... são diversões fúteis
"Portugal é visto no estrangeiro como um país em contínua degradação e declínio no que respeita ao mais variados indicadores económicos, necessitando de um «grande abalo». O retrato negro é traçado pelo guru da gestão norte-americano, Jack Welch.
«Ele (Jack Welch) diz que é humilhante para os portugueses a percepção que o exterior tem de Portugal, com uma contínua degradação e declínio ao longo dos últimos anos», disse Mira Amaral.
A educação, formação profissional, inovação, investigação, desenvolvimento tecnológico e níveis de exportação foram alguns dos exemplos apontados. «Se compararmos o crescimento com o dos países da Europa do Leste, com a Irlanda ou Espanha , eu ficaria embaraçado com o desempenho económico português», afirmou."
O resto... são diversões fúteis
quinta-feira, maio 25, 2006
Ora, coff, coff, peço a atenção das minhas Senhoras e Senhores Leitores:
"Aujourd'hui j'ai compris que toute la recherche de M Proust, tout son grand sacrifice à son oeuvre, cela a été de se mettre hors du temp pour le retrouver. Quand il n'y a plus de temps, c'est le silence. Il lui fallait ce silence pour n'entrendre que les voix qu'il voulait entrendre, celles qui sont dans ses livres."
Quem fala assim é Céleste Albaret, a empregada doméstica de Proust. Que cada leitor retire da caixa de suspiros de resignação um ou mais enquanto medita sobre o actual momento da literatura portuguesa, crítica da mesma, frases e dichotes de autores, etc, etc.
"Aujourd'hui j'ai compris que toute la recherche de M Proust, tout son grand sacrifice à son oeuvre, cela a été de se mettre hors du temp pour le retrouver. Quand il n'y a plus de temps, c'est le silence. Il lui fallait ce silence pour n'entrendre que les voix qu'il voulait entrendre, celles qui sont dans ses livres."
Quem fala assim é Céleste Albaret, a empregada doméstica de Proust. Que cada leitor retire da caixa de suspiros de resignação um ou mais enquanto medita sobre o actual momento da literatura portuguesa, crítica da mesma, frases e dichotes de autores, etc, etc.
quarta-feira, maio 24, 2006
Há anos que andava para comprar o livro de Céleste Albaret. Há dias assisti a esta conversa e, milagre de internet, encomendei naquele mesmo momento, juntamente com um outro de Berlin. Recebi-os hoje, neste dia tépido e perfumado, Maio perfeito.
Ah, do livro já li umas páginas. Já nao me lembro, quando li sobre este "Monsieur Proust", se foi escrito ou meramente ditado e sujeito a arranjos posteriores. A terem existido, tais arranjos não toldaram a voz de Albaret, já que apenas quem viveu o que conta conta assim. Acreditei, por isso, no que li e o estudo daqueles mecanismos de defesa contra o quotidiano, através da imposição - melhor diria proclamação - do seu próprio ciclo circadiano àquela orbe -o seu apartamento, à pequena população dele - que manancial de exercícios de negociação com o destino!
Ah, do livro já li umas páginas. Já nao me lembro, quando li sobre este "Monsieur Proust", se foi escrito ou meramente ditado e sujeito a arranjos posteriores. A terem existido, tais arranjos não toldaram a voz de Albaret, já que apenas quem viveu o que conta conta assim. Acreditei, por isso, no que li e o estudo daqueles mecanismos de defesa contra o quotidiano, através da imposição - melhor diria proclamação - do seu próprio ciclo circadiano àquela orbe -o seu apartamento, à pequena população dele - que manancial de exercícios de negociação com o destino!
Vim aqui, já sonolento, fechar o computador e acabei por ler alguns posts de alguns blogs. Estou alheado do que se discute em Portugal, descubro, e não tenho interesse em informar-me.
Tenho saudades kitsch do Portugal rural e etnográfico que ainda conheci e que só encontro em alguns livros com uma forma rara e já desconhecida de se encurvarem nas estantes (nesse escorregar ameno, não no que se lê neles) e noutras coisas miúdas, no ser de noite, mais escuro, a terra onde vivo tremeluzia pequenina, lá no cimo e, de volta, a escuridão onde as aldeias dormiam o serem assim desde Júlio Diniz.
E é disto que gosto, do mesmo modo que volto aos Cadernos de Malte ou aos Buddenbrook ou... de preferência a qualquer coisa de que se fale agora.
Suspiro convicto.
Tenho saudades kitsch do Portugal rural e etnográfico que ainda conheci e que só encontro em alguns livros com uma forma rara e já desconhecida de se encurvarem nas estantes (nesse escorregar ameno, não no que se lê neles) e noutras coisas miúdas, no ser de noite, mais escuro, a terra onde vivo tremeluzia pequenina, lá no cimo e, de volta, a escuridão onde as aldeias dormiam o serem assim desde Júlio Diniz.
E é disto que gosto, do mesmo modo que volto aos Cadernos de Malte ou aos Buddenbrook ou... de preferência a qualquer coisa de que se fale agora.
Suspiro convicto.
terça-feira, maio 23, 2006
Nem um protesto, nem um insulto! Que afronta!
Eu confesso: comecei este blog para mim, como exercício, como disciplina - não tenho nada de interessante a dizer a ninguém e, se o tivesse, não o diria. No entanto, com tanto mecanismo de medição, com tanta competição, em breve me interessei pelo número de leitores e dei por mim a magicar promoções de supermercado. As promoções não pagaram, como se diz agora, mas a minha mancheia de leitores alegrava-me e bastava-me. Eis senão quando fui de novo tomado pela mania do sucesso e resolvi seguir o caminho torpe da transgressão, transformando este blog, até agora pacato, num - e digamo-lo sem mais - num "blog com gajas nuas" que, deveria ofender, em vários pontos, o Código Pacheco-Hays . E após a introdução audaciosa do nu, sentei-me e esperei a enchente esperada, conforme o que lera.
E, meus leitores, nada! Nem uma indignação, nem um insulto, nem enchente! Ó minha mancheia de leitores, alguns mães, outros pais de família, a que indiferença nos conduziu a perversidade que campeia! Mas não pode ser! Têm de tomar uma posição, obrigar-me a apagar o post de ontem, aquele enganoso "jardim medieval, tarde de Maio" que mais não é que uma enorme pouca vergonha! Revoltem-se, caros leitores, e digam bem alto da vossa revolta até que eu capitule e seja forçado a retirar o afrontoso post dito "medieval".
Eu confesso: comecei este blog para mim, como exercício, como disciplina - não tenho nada de interessante a dizer a ninguém e, se o tivesse, não o diria. No entanto, com tanto mecanismo de medição, com tanta competição, em breve me interessei pelo número de leitores e dei por mim a magicar promoções de supermercado. As promoções não pagaram, como se diz agora, mas a minha mancheia de leitores alegrava-me e bastava-me. Eis senão quando fui de novo tomado pela mania do sucesso e resolvi seguir o caminho torpe da transgressão, transformando este blog, até agora pacato, num - e digamo-lo sem mais - num "blog com gajas nuas" que, deveria ofender, em vários pontos, o Código Pacheco-Hays . E após a introdução audaciosa do nu, sentei-me e esperei a enchente esperada, conforme o que lera.
E, meus leitores, nada! Nem uma indignação, nem um insulto, nem enchente! Ó minha mancheia de leitores, alguns mães, outros pais de família, a que indiferença nos conduziu a perversidade que campeia! Mas não pode ser! Têm de tomar uma posição, obrigar-me a apagar o post de ontem, aquele enganoso "jardim medieval, tarde de Maio" que mais não é que uma enorme pouca vergonha! Revoltem-se, caros leitores, e digam bem alto da vossa revolta até que eu capitule e seja forçado a retirar o afrontoso post dito "medieval".
sábado, maio 20, 2006
Há uma altura em que um pobre homem de meia idade, esquecido dos seus sonhos de Rebeccas de Mornay's de 4 divórcios aos 50 e 7 edições da biografia aos 100 (onde constaria de modo lisonjeiro "as a cheer lover and a gentleman") se decide a aceitar a vida tal qual ela é! Procura uma rapariga de aspecto fresco, simples, e com um sereno e lhano encanto ("Any girl can be glamorous. All she have to do is stand still and look stupid"she said), que se divirta com coisas comuns, que se entretenha com os seus pequeninos segredos e... e é uma tal dificuldade que quase se desanima!
sexta-feira, maio 19, 2006
Detesto incongruências, eis uma das minhas limitações. Por isso, a descida vertiginosa dos índices de Portugal entre os países da UE aquieta-me, sossega-me: da pergunta sem resposta (*) do Abrupto (a do inquérito) ao... ao resto, tudo condiz, afinal.
(*) Não, não é algo de somenos: um pedido, anunciado de forma solene, do Presidente da República feito a um dos mais importantes funcionários do Estado sobre um assunto concreto e de imediato exequível não pode ficar - como já ficou - sem resposta clara e célere.
(*) Não, não é algo de somenos: um pedido, anunciado de forma solene, do Presidente da República feito a um dos mais importantes funcionários do Estado sobre um assunto concreto e de imediato exequível não pode ficar - como já ficou - sem resposta clara e célere.
quarta-feira, maio 17, 2006
O Almocreve das Petas faz três anos, data importante.
O Impensável dá os seus parabéns, deseja longa vida e, num acesso impensado de generosidade, aqui deixa o seu presente.
O Impensável dá os seus parabéns, deseja longa vida e, num acesso impensado de generosidade, aqui deixa o seu presente.
Uma afta! Francamente, não fora aquelas amêndoas do sorvete e diria que era da prosa da Agustina: os aforismos, para aqueles males de boca, são piores de que os frutos secos, diz o povo, que nunca ninguém de mais aquilatada ciência quis opiniar.
Deste alguma coisa que é nada, ou menos ainda, mera suspeita, se faz a vox populi e muito romance em épocas de míngua.
Deste alguma coisa que é nada, ou menos ainda, mera suspeita, se faz a vox populi e muito romance em épocas de míngua.
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