quinta-feira, fevereiro 14, 2013
segunda-feira, fevereiro 11, 2013
sexta-feira, fevereiro 01, 2013
terça-feira, janeiro 22, 2013
segunda-feira, janeiro 14, 2013
quarta-feira, janeiro 02, 2013
«Agora, é evidente que, de três, uma: ou o
Brasil vai propor uma revisão do AO, ou tratará de a empreender pro domo
sua sem ouvir os outros países de língua portuguesa, ou fará como em
1945, deixando-o tornar-se letra morta por inércia pura e simples. No
primeiro caso, mostra-se a razão que tínhamos ao insistir na suspensão
do AO, a tempo, para revisão e correcção. A iniciativa deveria ter sido
portuguesa e muitos problemas teriam sido evitados. No segundo caso,
mostra-se além disso que continuamos a ser considerados um país pronto a
agachar-se à mercê das conveniências alheias. Com a desculpa, a raiar
um imperialismo enjoativo, da "unidade" da língua, em Portugal haverá
sempre umas baratas tontas disponíveis para se sujeitarem ao que quer
que o Brasil venha a resolver quanto à sua própria ortografia. Foi o que
se passou em 1986 e 1990. No terceiro caso, mostra-se ainda que
ficaremos reduzidos a uma insignificância internacional que foi criada
por nós mesmos.»
Vasco Graça Moura, no Diário de Notícias de hoje. Aqui.
Vasco Graça Moura, no Diário de Notícias de hoje. Aqui.
sábado, dezembro 29, 2012
sábado, dezembro 08, 2012
segunda-feira, dezembro 03, 2012
Francisco Sá Carneiro - ontem, dia 2 de Dezembro, fez 33 anos que ganhou as eleições - representava o que eu pensava então que seria o futuro de Portugal: a condução dos assuntos do país entregue a uma geração culta e cosmopolita, que anos de oposição afastara de ideias de facilidade e que conhecia o país.
Com a sua morte - num 4 de Dezembro - comecei a entrever um destino mais confuso - ou antes, a antever a entrega do país a quem dele não tinha uma ideia, uma visão. Estava, porém, longe de supor que assistiríamos à demissão de toda uma classe - e de uma geração ? - e à entrega do poder a arrivistas medíocres, uns deles a roçar a mera delinquência.
A miséria a que conduziram o país e agora impera - em todas as acepções do termo, já que é ela a soberana - se não contribuiu para que ao poder volte gente mais preparada e mais densa tem, ao menos, a vantagem de ter feito cessar o grotesto espectáculo da bulimia.
Mas quando voltaremos a ter um primeiro-ministro com biblioteca?
Com a sua morte - num 4 de Dezembro - comecei a entrever um destino mais confuso - ou antes, a antever a entrega do país a quem dele não tinha uma ideia, uma visão. Estava, porém, longe de supor que assistiríamos à demissão de toda uma classe - e de uma geração ? - e à entrega do poder a arrivistas medíocres, uns deles a roçar a mera delinquência.
A miséria a que conduziram o país e agora impera - em todas as acepções do termo, já que é ela a soberana - se não contribuiu para que ao poder volte gente mais preparada e mais densa tem, ao menos, a vantagem de ter feito cessar o grotesto espectáculo da bulimia.
Mas quando voltaremos a ter um primeiro-ministro com biblioteca?
sábado, dezembro 01, 2012
VIVA O 1º DE DEZEMBRO!
VIVA PORTUGAL!
Portugueses celebremos
O dia da redenção,
Em que valentes guerreiros
Nos deram livre a Nação.
A fé dos campos de Ourique,
Coragem deu e valor,
Aos famosos de quarenta,
Que lutaram com ardor.
P'rá Frente ! P'rá Frente !
Repetir saberemos as proezas Portuguesas
Avante, Avante,
É voz que soará triunfal,
Vá avante mocidade de Portugal,
Vá avante mocidade de Portugal.
VIVA PORTUGAL!
Portugueses celebremos
O dia da redenção,
Em que valentes guerreiros
Nos deram livre a Nação.
A fé dos campos de Ourique,
Coragem deu e valor,
Aos famosos de quarenta,
Que lutaram com ardor.
P'rá Frente ! P'rá Frente !
Repetir saberemos as proezas Portuguesas
Avante, Avante,
É voz que soará triunfal,
Vá avante mocidade de Portugal,
Vá avante mocidade de Portugal.
sexta-feira, novembro 09, 2012
quinta-feira, novembro 01, 2012
sexta-feira, outubro 05, 2012
terça-feira, outubro 02, 2012
A situação não é de diagnóstico difícil: o estado consome 47% do PIB e deveria consumir muito menos.
É preciso cortar na despesa.
O resto são estratégias de negação, no que, infelizmente, somos exímios.
Leia-se aqui como conseguimos sempre não conseguir.
É preciso cortar na despesa.
O resto são estratégias de negação, no que, infelizmente, somos exímios.
Leia-se aqui como conseguimos sempre não conseguir.
quarta-feira, setembro 26, 2012
domingo, setembro 23, 2012
No Brasil (no que lê e pensa) comemora-se o cinquentenário da morte de Bernanos.
Bem precisávamos de alguma inocência heróica, depois de provada tanta culpa cobarde...
Lembro-me de ouvir elogiar Bernanos, lido pela geração mais velha, grande parte já desaparecida e que também lia Teillard de Chardin, Gabriel Marcel, Mounier e a Esprit.
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