quarta-feira, julho 21, 2010
terça-feira, julho 20, 2010
sábado, julho 17, 2010
sexta-feira, julho 16, 2010
quarta-feira, julho 14, 2010
Lá fora, a ameaça de bancarrota, as declarações patetas do 1º-ministro ao FT e a lembrança do 14 de Julho, os tempos da contemporaneidade traçados a genocídios que então começaram para delírio e terror das gentes.
terça-feira, julho 13, 2010
segunda-feira, julho 12, 2010
quarta-feira, julho 07, 2010
terça-feira, julho 06, 2010
segunda-feira, julho 05, 2010
sábado, julho 03, 2010
Tudo o que Paulo Nozolino conta é grotesco, mas é o quotidiano de milhares de pessoas.
sexta-feira, julho 02, 2010
quinta-feira, julho 01, 2010
quarta-feira, junho 30, 2010
terça-feira, junho 29, 2010
segunda-feira, junho 28, 2010
Marcelo, sempre jovem, conserva os tiques do menino promissor que terá sido. Recitaria poesia, como o Eusebiozinho?
sexta-feira, junho 25, 2010
quinta-feira, junho 24, 2010
1 - A ideia dos chips nas matrículas;
2 - Achar-se que isso não é importante.
E incomodam por isto.
quarta-feira, junho 23, 2010
terça-feira, junho 22, 2010
O problema é que a minha edição, a do Centenário, nunca foi encadernada e os livros mais lidos estão a ficar em mau estado, mas usar uma dessas edições que há para aí, com páginas que têm a dimensão, a disposição e a decoração de um apartamento de arrebalde é uma hipótese lúgubre. Não que o livro desabe nas minhas mãos, mas cada vez que pegar nele serei remetido para a minha negligência, preguiça e outros defeitos que invadem o jardim estreito das minhas virtudes, e ler sob o peso da humilhação não é o melhor dos exercícios.
E a saudade aperta:
«Desde as quatro horas da tarde, no calor e silêncio do Domingo de Junho, o Fidalgo da Torre...»
segunda-feira, junho 21, 2010
domingo, junho 20, 2010
sexta-feira, junho 18, 2010
quinta-feira, junho 17, 2010
Assim me parece ter acontecido em Portugal com o governo e as instituições do meu país, nos últimos anos.
quarta-feira, junho 16, 2010
segunda-feira, junho 14, 2010
sábado, junho 12, 2010
quinta-feira, junho 10, 2010
Ou o presidente Silva fala com convicção, ou não.
Se sim, e perante um primeiro-ministro que não se apercebe da gravidade da situação nacional, deve, para ser leal ao juramento prestado, tudo fazer para salvar o país, afastando da chefia do governo um incompetente.
quarta-feira, junho 09, 2010
terça-feira, junho 08, 2010
segunda-feira, junho 07, 2010
Enquanto isso, por cá, o Silva presidente e o Pinto ministro disseram ambos baboseiras, mas salientou-se o Silva, com aquilo das férias cá dentro.
Fica aqui o convite. Verão o que aquela gente discutia enquanto as bombas caíam sobre Londres - e no Parlamento.
Sempre se dirá, que, entre outras coisas, houve uma moção de censura ao governo de Churchill.
Que diria disto o Silva presidente?
Assim, embora com atraso, mais uma vez me cabe agradecer aos Estados Unidos, à Grã-bretanha e seus Domínios a liberdade trazida à Europa.
domingo, junho 06, 2010
sábado, junho 05, 2010
"O tempo deste Governo está terminado e cada dia que passa, sem que os espanhóis possam expressar a sua opinião e apostar numa mudança, é um prolongamento inútil da agonia do país"
Já antes, Aznar apontou a responsabilidade ao abandono dos critérios do Pacto de Estabilidade e Crescimento, possibilitando o déficit
É a primeira voz firme que ouvi de e para uma Europa post crise
sexta-feira, junho 04, 2010
segunda-feira, maio 31, 2010
E, por isso, demitiu-se.
Se aqui alguém sugerisse que o presidente se demitisse por uma questão similar, o que seria de clamores de insensatez, à esquerda e à direita. Seria oportuno? Seria adequado? Seria, oh velho bom senso lusitano, sensato? Judiciosas questões, graves questões que exigem tempo para ser meditadas.
Esta sensatez tem, todavia, um preço: a obrigação de respirarmos o ar do fundo do poço.
*Falado sobre as motivações económicas da guerra
sábado, maio 29, 2010
sexta-feira, maio 28, 2010
Ontem encontrei um post que se indignava com críticas ao Eng. Guterres, o fugitivo.
Tinha de desabafar.
quinta-feira, maio 27, 2010
quarta-feira, maio 26, 2010
Choque que agravou, até à tremura, quando percebi que a moral Katyzinhana é a do eng: bom é aquilo de que se gosta - e sem grandes divagações sobre -, exista realmente ou trata-se de mera efabulação e mau é o resto.
terça-feira, maio 25, 2010
Um standup de um pouco dotado comediante de subúrbio. A ignorância sobre as coisas do vasto mundo - e o lugar que nele ocupa - fica ilustrada com a história do telefonema de Obama a Zapatero, que ele não crê ser possível.
Agradece-se ao 31 da Armada este momento único de absoluta miséria intelectual e política.
Cumprirá dizer que a culpa principal não é do cómico inepto, mas de quem o pôs lá e lá o conserva. E nem falo de Prorrogação Silva que, na essência, pouco difere deste.
segunda-feira, maio 24, 2010
Interessante verificar que naquela escrita o outro é sempre o objecto de um desejo a satisfazer sem entraves. Não se diz "casem-se", mas "casa-te": é a educação mimada do filho único pequeno-burguês.
sábado, maio 22, 2010
e
abalo rima com Kahlo.
Num verso, Dickinson, Plath, Woolf e a dita Kahlo, juntas, lembram uma promoção de feira.
Mas não é, é um sumário civilizacional.
O Pedro Mexia gosta muito.
sexta-feira, maio 21, 2010
quinta-feira, maio 20, 2010
quarta-feira, maio 19, 2010
"O dia em que batermos na parede não está muito longe. Talvez por semanas. Lamento, mas o país tem de saber"
...e num dia mau para as bolsas europeias,
em Portugal, o BPI do Dr. Fernando Ulrich fechou a ganhar 10,48%
Por seu lado, o BES do Dr. Ricardo Salgado - que não poupou ao longo dos tempos elogios a Sócrates - caiu 3,07%
Os mercados não são cegos.
terça-feira, maio 18, 2010
segunda-feira, maio 17, 2010
O deputado que palmou os gravadores aos jornalistas ainda está em funções.
E há jornalistas que não se recusam a entrevistá-lo!
Enquanto isso, um ministro troca-tintas vai apresentar as meias-tintas a Bruxelas. Sem espanto, o medo de incumprimento por parte de Portugal não pára de aumentar.
O Presidente da Câmara do Porto disse que as manobras do governo para a transferência de verbas de um tgv para uma ponte era "grave, muito grave".
Eu diria mesmo que é excessivamente grave, como dizia o afável ministro da Suécia, o amigo de Carlos da Maia.
(Entretanto, o menos amável Ministro das Finanças sueco, exige quer as nossas continhas e as dos espanhois bem em sítio onde se possam ver. Começo, finalmente, a achar que isto pode ser interessante)
sábado, maio 15, 2010
Como será?
Para já, o começo da história, o acto fundador:
Com os agradecimentos devidos ao compilador.
sexta-feira, maio 14, 2010
quinta-feira, maio 13, 2010
E não tive qualquer vergonha desta ideia prática que se me afigurou sensata.
quarta-feira, maio 12, 2010
Quando ajoelhou e beijou a mão a Bento XVI as muitas palmas recrudesceram (o mesmo se passou quando Pedro Mexia beijou o anel do Pontifice).
O Papa falou depois, não se ouvia muito bem, e só aqui, já chegado a casa, apreciei a dimensão do apelo papal: "Fazei coisas belas, mas sobretudo tornai as vossas vidas lugares de beleza" o que exclui o culto d'"o «presente» como fonte inspiradora do sentido da vida".
segunda-feira, maio 10, 2010
domingo, maio 09, 2010
quinta-feira, maio 06, 2010
quarta-feira, maio 05, 2010
Nada de incongruente.
terça-feira, maio 04, 2010
Portugal's gross external debt - a measure of its vulnerability to default - reached 226 per cent of its gross domestic product (GDP) in the third quarter of 2009, Gros stated.
Greece's was 167 per cent, Spain's 164 per cent, Italy's 121 per cent, while in Hungary it rose to 141 per cent in 2008, the year the country was bailed-out by the European Union and the IMF."



