domingo, maio 02, 2010
quarta-feira, abril 28, 2010
E era bem que nada esperava. O rendimento de reinserção? Não chega - como era de esperar.
terça-feira, abril 27, 2010
segunda-feira, abril 26, 2010
A de Lisboa, - tal como a de Atenas - desce mais de 3% e o yield dos bonds portugueses sobe 25 pontos. O mesmo para CDS (credit default swaps, que atingiram records absolutos.
Nota: o banco daquele senhor Espírito Santo que tece muitos elogios ao actual primeiro-ministro desce, nesta altura, mais de 3%.
sexta-feira, abril 23, 2010
Seria muito difícil traduzir esta situação no Reino Unido - ou em qualquer país do 1º mundo.
quarta-feira, abril 21, 2010
terça-feira, abril 20, 2010
segunda-feira, abril 19, 2010
sexta-feira, abril 16, 2010
A presente tristíssima situação é fruto da cultura do desenrascanço e o primeiro-ministro é incompetente, bem como o governo. O país, que preguiçosamente acolheu nesta gente o videirismo, tem agora que se desembaraçar de tanto expediente, da falta de escrúpulos e das confusões que a ineptidão gera para resolver depois os outros problemas.
quinta-feira, abril 15, 2010
quarta-feira, abril 14, 2010
Depois, comecei a encontrar, cada vez mais frequentemente, referências e citações e resolvi-me a ler Constant.
Com proveito:
«Je suis trop sceptique pour être incrédule.»
Benjamin Constant
terça-feira, abril 13, 2010
segunda-feira, abril 12, 2010
Assim num repente, um pouco de arrivismo, um pouco de ressaibiamento, outro tanto de pedantismo, vem abrir o mundo a quem não sabe.
Não é, ainda assim, de excluir que pudesse ter sido pior.
domingo, abril 11, 2010
quarta-feira, abril 07, 2010
terça-feira, abril 06, 2010
segunda-feira, abril 05, 2010
Claro que não há, porque haveria?
Minutos antes desta instrução do bispo castrense, o Cardeal Solano, ex-secretário de Estado do Vaticano (cargo de ingénuos) expressava a sua solidariedade a S. Santidade.
quinta-feira, abril 01, 2010
1 Cor. 11,23-26.
Com efeito, eu recebi do Senhor o que também vos transmiti: o Senhor Jesus na noite em que era entregue, tomou pão e, tendo dado graças, partiu-o e disse: «Isto é o meu corpo, que é para vós; fazei isto em memória de mim».
Do mesmo modo, depois da ceia, tomou o cálice e disse: «Este cálice é a nova Aliança no meu sangue; fazei isto sempre que o beberdes, em memória de
mim.»
Porque, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha.
segunda-feira, março 29, 2010
sexta-feira, março 26, 2010
quinta-feira, março 25, 2010
quarta-feira, março 24, 2010
Agora, a queda de um A?...
terça-feira, março 23, 2010
segunda-feira, março 22, 2010
domingo, março 21, 2010
sexta-feira, março 19, 2010
terça-feira, março 16, 2010
segunda-feira, março 15, 2010
sexta-feira, março 12, 2010
quinta-feira, março 11, 2010
Entretanto, gostei de ouvir uma evidência - o que vai sendo raro por aqui: a Dra. Manuela Ferreira Leite falou verdade e tinha razão.
terça-feira, março 09, 2010
segunda-feira, março 08, 2010
sábado, março 06, 2010
sexta-feira, março 05, 2010
quinta-feira, março 04, 2010
quarta-feira, março 03, 2010
Prof. Paulo Tunhas, em "i" - (está escrito em português não estropiado):
«...Ou que nos abstenhamos rigorosamente de atribuir intenções às acções dos outros, algo que é constitutivamente impossível aos seres humanos, ou então que decretemos, por um acto mental violento, que uma parte da informação de que dispomos pura e simplesmente não existe e que a substituamos pela conveniente ficção de uma realidade mais conforme aos nossos desejos. Este último tipo de solução enquadra-se naquilo que a filosofia discutiu sob vários nomes: "mentira interior", "mentira orgânica", ou, mais banalmente, "auto-ilusão". Nas palavras de Simone Weil, trata- -se de uma "submissão a uma sugestão consciente e desejada". Será preciso explicar em detalhe os malefícios desta opção? »
terça-feira, março 02, 2010
segunda-feira, março 01, 2010
domingo, fevereiro 28, 2010
sábado, fevereiro 27, 2010
Leiam-se estes extractos:
«Com efeito, há indícios de factos que subvertem a liberdade de imprensa como pilar do Estado de direito quando se diz, por exemplo, que "O Sócrates perguntou-me se não era melhor correr com o Moniz antes de a PT entrar". Se a conduta indiciada não tiver relevância criminal, então os jornalistas portugueses ficam inteiramente à mercê das "interferências" do poder político, pois ela poderá repetir-se impunemente. Se esta conduta não põe em causa o Estado de direito, então Portugal vive num Estado de direito formal. Se esta conduta é tolerável em Portugal, então a garantia constitucional da liberdade de imprensa é meramente formal.
Aqui chegados, o procurador-geral deve abrir um processo criminal, para investigar toda a matéria de facto que se encontra por esclarecer. Em face de indícios de crime público, o Ministério Público não tem qualquer discricionariedade. Tem de abrir um processo. E a sua anterior decisão de não abertura não tem qualquer força de caso decidido. Se o procurador-geral não abrir um processo criminal, os ofendidos têm ainda um caminho. Devem apresentar queixa sobre os factos indiciados com arguição simultânea da inconstitucionalidade da interpretação do procurador-geral do artigo 262, n.º 2, do CPP, o que obrigará à abertura de um inquérito e à apresentação dos autos a um juiz de instrução. O Estado português não tem apenas uma obrigação substantiva de não violar a liberdade de imprensa, mas tem também uma obrigação processual de investigar qualquer violação da liberdade de imprensa. Se o despacho de arquivamento da notícia do crime for a última palavra do Estado português neste caso, então estão exauridos os meios internos de tutela da liberdade de imprensa e fica o caminho aberto para suscitar a tutela do Tribunal de Estrasburgo.
Esta análise é estritamente jurídica, como foram todas as que tenho feito sobre este assunto. Não faço imputações de segundas intenções aos magistrados envolvidos. Aliás, repudio terminantemente quaisquer extrapolações que ponham em causa a lisura de procedimentos e a idoneidade profissional de todos os magistrados envolvidos. Porque defendo e confio na independência dos tribunais e na autonomia do Ministério Público. »
sexta-feira, fevereiro 26, 2010
quinta-feira, fevereiro 25, 2010
quarta-feira, fevereiro 24, 2010
Muitos aplausos para a Fundação Francisco Manuel dos Santos e António Barreto - que, no mundo dos blogs, é o autor do Jacarandá.
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
domingo, fevereiro 21, 2010
sábado, fevereiro 20, 2010
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
E é isso que ele (e quem o cerca) sabe muito bem.
A única novidade virá da imensa gente que se perguntará como e porquê não viu mais cedo a vacuidade do «animal feroz». E deles, novos conversos quanto dos velhos crentes na medíocridade de Sócrates, se soltará um imenso suspiro de alívio.
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Não, ouvi mal, de certeza.
terça-feira, fevereiro 16, 2010
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
sábado, fevereiro 13, 2010
A arte da entrevista, no i (jornal que usa o português estropiado, que, por isso, não leio e onde fui parar inadvertidamente)
- Absolutamente convencido. [De que outro modo poderia responder o advogado - sem incorrer imediatamente e desde logo em responsabilidade disciplinar? E o jornalista que vai entrevistar um advogado não tem obrigação de saber isso e não fazer perguntas demasiado palermas?]
[...]
Aliás vejo com mágoa que tantas personalidades neste país estejam tão preocupadas com o direito à liberdade de expressão ou pensamento. (sic)
Que também é um direito inscrito na Constituição
- Sim, mas dizia, é uma coisa que me faz rir porque ninguém está preocupado com o valor da honra, do bom nome, da reputação, dos valores individuais – que são da maior importância. O que é mais importante? Pôr em causa isso é pormo-nos numa situação de brutal fragilidade perante filhos, netos, comunidade onde vivo, é uma situação de vergonha.
Daniel Proença de Carvalho, advogado do dito.
Haverá algum site de apoio aos traumatizados familiares de Nixon, ou familiares de políticos em geral? A graça desta parte da entrevista consiste em considerar que o estatuto de um político se rege, nestas questões, pelos mesmos princípios aplicáveis aos particulares que se ocupam meramente a cultiver son jardin. O uso de tais argumentos, de gargalhada em qualquer país do primeiro mundo - ao qual não pertencemos -, serve para aferir do nosso atraso. O jornalista não percebe a diferença?
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Amigo Joaquim: “Só falo com o Marcelino. [...] Disse-lhe para ter atenção com essa brincadeira”.