La Strada, na berma.
sexta-feira, maio 30, 2008
quinta-feira, maio 29, 2008
No Sapo, ainda a propósito do caso da criança da Praia da Luz, uma observação da imprensa inglesa sobre uma possível acusação de abandono ou negligênca a proferir contra os Mccan: «Porque seriam acusados um ano depois, quando nada mudou desde o primeiro dia? Se eram culpados de negligência, deviam ter sido acusados há meses atrás». A isto poderia responder verdadeiramente qualquer jurista português que ainda não decorreu o prazo para a acusação.
Entre as duas lógicas, uma revolução indústrial e séculos de tradição de respeito pelos direitos de cada um.
As bombas de fragmentação estão a caminho de serem ilegalizadas em Dublin. Não sei se o banimento abrange todas as minas terrestres, mas espero que sim.
As ideias humanitárias que estão por detrás dessas proibições são, na sua essência, conservadoras e antigas: privilegiam a reciprocidade - de que a igualdade jacobina e de esquerda é uma pobre, aborrecida e perversa parente - e fazem-no em detrimento da eficácia; lutam contra a igualdade massificada no infortúnio e preocupam-se com a actualidade da resposta, evitando que uma arma colocada anos antes mate ou fira outrém sob o manto da fatalidade.
A reciprocidade na guerra é aceitação do perigo mútuo: ninguém pode provocar um mal a outrém sem ficar exposto ao contragolpe. (É a lealdade - na guerra e em tudo). Por isso a possibilidade de um único artefacto, manobrado por muito poucos ou um só homem poder causar a morte a muitos, tal o caso da metralhadora, provocou o imediato repúdio de Luís XVI; um sentimento conservador que a esquerda no poder não podia sentir quando adoptou, sem hesitações e em nome do progresso, a guilhotina, a grande igualizadora, não já usada em guerra, mas contra a própria população civil pelo estado iluminista.
Além da preocupação com a reciprocidade, que as minas ofendem, vem de longe o cuidado com o tempo: rancores ou ódios eram sentimentos em que não se gastava por demais o engenho e os arrependimentos e perdões - alguns com o seu quê de caprichoso - muito usados na edificação do tédio, originavam um apurado sentido da actualidade da resposta. Alguns provérbios e quase esquecidas regras de educação são sobrevivências dessa compreensão do repentino e do fugaz em quietos tempos.
O importante é que com velhas coisas esquecidas, vamos fazendo o inventário à herança do pobre século XX.
quarta-feira, maio 28, 2008
A preguiça, mais do que a prodigalidade, leva à extravagância. Lembro-me de duas desculpas oficiais que não admitiam réplica - talvez por o seu destinatário ser o próprio prevaricador: «O barato sai caro», por vezes seguido por um «não estive para procurar mais» e outra, mais sapiencial, que continha um esboço inicial de admissão de culpa pela rapidez com que se sucumbia, sem luta, perante a adversidade («Estava um calor! Uma África, não encontrei ninguém!...») logo seguida do seu refrigério: «e depois, não há barato e bom! E dura uma vida, acabo por poupar». Estas desculpas, com levíssimas mudanças davam mais ou menos para tudo, coisas e pessoal doméstico (mas talvez, também, para questões sentimentais) e vim a perceber que não eram uma originalidade, que eram de uso muito comum com o fito de desculpar essas pequenas causas subalternas e acidentais (um cansaço, um dia de calor excessivo) que apareciam como verdadeiros motivos da derrota da sensatez.
Ultimamente, tenho-me perguntado como justificamos esta preguiça de não nos ocuparmos nós mesmos dos nossos assuntos. É que o Pinto de Sousa não é o barato que sai caro, pelo motivo simples de que não é barato, mas caro - e muito caro; nem é, certamente, «o caro mas bom e que dura uma vida». Se não o tencionam tirar de lá nas próximas eleições comece-se a arranjar uma outra desculpa, mais convincente, para apresentarmos às gerações futuras. Não, não, não vale aquela do «coitadito, tem família, deixe lá, é uma esmola!»
Ultimamente, tenho-me perguntado como justificamos esta preguiça de não nos ocuparmos nós mesmos dos nossos assuntos. É que o Pinto de Sousa não é o barato que sai caro, pelo motivo simples de que não é barato, mas caro - e muito caro; nem é, certamente, «o caro mas bom e que dura uma vida». Se não o tencionam tirar de lá nas próximas eleições comece-se a arranjar uma outra desculpa, mais convincente, para apresentarmos às gerações futuras. Não, não, não vale aquela do «coitadito, tem família, deixe lá, é uma esmola!»
segunda-feira, maio 26, 2008
domingo, maio 25, 2008
Um contemplativo, é o que é.
What philosophy do you follow? (v1.03) | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||
(via Afinidades Electivas) |
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Tinha acabado de ler aquela estupenda imagem da gravilha no Pastoral, tinha já lá deixado os meus agradecimentos pela gargalhada, quando pensei que tinha de vir aqui chamar a atenção dos meus 7 cabalísticos leitores sobre a boa prosa que se lê naquele blog. Mas era tão pouco, vir aqui. Lembrei-me: e se fora numa corrida dizer a Charlotte, a senhora do imenso Bomba? Fui. Mas, lá chegado, logo vi pregado na porta, com o caixilho de ouro, o parágrafo que me movera à jornada. Sim, o da gravilha. Eu sei que Charotte não erra, mas lá que voltei uma pouco cabisbaixo, isso voltei. Não há post que lhe escape!
sexta-feira, maio 23, 2008
quinta-feira, maio 22, 2008
A coisa começa logo pelo director do Banco de Portugal, o socialista Victor Constâncio, que ganha mais do que o director do FED, o equivalente do Banco de Portugal nos Estados Unidos da América, sendo que um contínuo do mesmo banco deve ganhar muito menos do que o seu congénere do FED...
Confesso que quando soube desta, não apenas toda a consideração que tinha pelo economista se dissipou como - há sempre uma lição a tirar - aproveitar para meditar sobre as nossas fomes ancestrais e atávicas e a nossa proximidade à rapina, de que, ainda na semana passsada falava Vasco Pulido Valente.
Entretanto, estranho sempre que o Dr. Constâncio possa viver sem ser constantemente confrontado, seja onde for que vá dentro do país, com esta escandalosa imoralidade, com este ultraje a milhões de portugueses.
Voltando a assuntos mais gerais (confesso que o constante Constâncio é um dos meus ódios de estimação) Portugal deve ser, também, o país da UE onde o estado directa ou indirectamente mais intervém na economia, onde a sua presença na sociedade é mais intensa e constante. Afinal de contas, Porugal parece gostar de votar à esquerda.
quarta-feira, maio 21, 2008
Chegou hoje o Motteten que comprei por ter lido este post.
Embora não saiba pensar a música, estou a ouvi-lo desde que chegou. Estou, por isso, muito grato pelo conselho e creio que não deixa de ser um modo de dar os parabéns - mesmo atrasados - ao Crítico de que sou atarantado leitor desde que apareceu.
Embora não saiba pensar a música, estou a ouvi-lo desde que chegou. Estou, por isso, muito grato pelo conselho e creio que não deixa de ser um modo de dar os parabéns - mesmo atrasados - ao Crítico de que sou atarantado leitor desde que apareceu.
terça-feira, maio 20, 2008
O Manifesto aproxima-se das 40 000 assinaturas, o que me parece um facto inédito e tão significativo quanto a quase unanimidade com que foi votado na assembleia da república o tal protocolo modificativo do acordo constituir, em qualquer país decente, um incomensurável escândalo, pela admissão pública que é - e infame, e desavergonhada - do desrespeito pela vontade dos representados.
40 mil assinaturas, obtidas apenas na internet, num país como Portugal, e onde se contam os maiores vultos da cultura portuguesa, não podia - nem por uma espécie de hipócrita vergonha - ter deixado de produzir, houvesse o mínimo de boa fé dos representantes, uma hesitação, um escrúpulo, que se havia de traduzir na votação. Tudo, menos aquela unanimidade que é a do desprezo, do autoritarismo, da impunidade, da mediocridade, do atraso vil e servil, enfim, de tudo o que faz do nosso destino, dos nossos dias de hoje, a tristeza acabrunhante em que vivemos.
Saiba o presidente da república perceber que o melhor do Portugal que ele representa, que a ideia mesma de portugalidade se contém e foi e é perpetuada por alguns dos nomes que assinam aquela Manifesto pela Língua Portuguesa.
Haja respeito.
Ou finjam algum.
Assim é que não.
Além dos blogs fque fazem anos, há os que já deixaram de os fazer.
Um desses é o impecável Intelligo.
Ontem lá fui dar e por lá estive, em volta do Sôbolos rios que vão.
Um desses é o impecável Intelligo.
Ontem lá fui dar e por lá estive, em volta do Sôbolos rios que vão.
segunda-feira, maio 19, 2008
O Almocreve das petas fez cinco anos.
Parabéns e muitos cartapácios descobertos em escusos alfarrabistas.
Parabéns e muitos cartapácios descobertos em escusos alfarrabistas.
Mas, e refiro-me ao post aqui de baixo, o que me afligiu verdadeiramente enquanto tomava o pequeno-almoço no restaurante do Sud-Express e olhava os longes rudes, não foi tanto o dinheiro dissipado quanto aquilo que Vasco Pulido Valente nos vem lembrar termos escondido de nós mesmos: o facto de de Portugal ser, afinal, um remoto lugar, longe, muito longe de tudo.
E, no entanto, se nos lembrarmos dessa distância, quanto coisa do que nos rodeia - e de nós -fica explicada.
E, no entanto, se nos lembrarmos dessa distância, quanto coisa do que nos rodeia - e de nós -fica explicada.
Há dois anos, sentimentalmente, resolvi vir de Paris de combóio. Já em Espanha, relembrei-me das estações espanholas de há uns anos e reparei no diferente que estavam, diluída a diferença de outros tempos com o além-Pirinéus. Adormeci cedo, perto de San Sebastian e só acordei com o anúncio da chegada à estação de Vilar Formoso: anúncio numa voz antiga, de involuntárias e tristes rispidez e aspereza, aquele "Estação de Vilar Formoso", martelado e metálico, soou-me mofino e envelhecido na demora com que emudeceu na manhãzinha desolada, silenciosa e muito azul de Verão.
Sentei-me, então, acabrunhado, quase atordoado, a tomar o pequeno-almoço e lembro-me de me ter perguntado o que se fizera a tanto dinheiro, a tanto milhão europeu, e como tudo soçobrara perante a granítica inércia do nosso atraso. Com a mesma incredulidade com que Jacintho vira desaparecer toda a sua bagagem, perguntei-me aonde foram tantos fundos, como podiam ter desaparecido sem deixar rasto.
Desde essa altura, quando oiço anúncios de modernidades e coisas que nos mudarão, lembro-me daquela manhã.
Ontem, ao ler a crónica de Vasco Pulido Valente, ainda uma vez pensei no tempo parado da estação de Vilar Formoso.
Transcrevo aqui, do Público:
«(...) Para começar, e ao contrário do que secularmente proclamou a retórica literária e oficial, a posição geográfica isola Portugal do mundo. Nunca, evidentemente, "entrámos" no Mediterrâneo e, no Atlântico, uma potência pobre e pequena não podia aspirar a um papel duradouro e relevante. A "civilização" escorreu para cá muito devagar e com muito atraso. Apesar de uns nódulos por aqui e por ali, o país não se industrializou. E o primitivismo da produção doméstica (como a exiguidade do mercado interno) não permitia uma expansão comercial sólida. Vivíamos da terra, de alguns "negócios", da rapina. A classe média, essa, vivia do Estado: do emprego, do subsídio, do privilégio, do subsídio. Era, e é, uma classe parasitária. Mudar a economia portuguesa implica mudar uma velha cultura. O que não se faz subindo ou descendo ou IVA ou o IRC. Ou com a panaceia do investimento público, que o "fontismo" no seu tempo inventou. Precisamos de espaço, de espaço físico e "espaço humano". Por outras palavras, precisamos de transformar Portugal numa sociedade cosmopolita e de esquecer as fronteiras, que nos sufocam e limitam. A única resposta à crise perene do país não é "nacional". A nova emigração já compreendeu essa realidade básica. E a "Europa", ou parte dela, compreenderá a seu tempo - e com a nossa ajuda - as vantagens da imigração.»
sábado, maio 17, 2008
Há qualquer coisa de malsão, de profundamente maldoso, no deitar fora alimentos que qualquer um de nós comeria sem qualquer hesitação; mais: pelos quais - doces caseiros, fruta «orgânica» - haveria muita gente de chic gauche disposta a pagar exorbitantes quantias.
Não esqueçam que esta crueldade - porque de crueldade se trata - é o resultado de acções da administração publica, da qual o 1º responsável é o primeiro-ministro socialista do governo socialista português.
Não esqueçam que esta crueldade - porque de crueldade se trata - é o resultado de acções da administração publica, da qual o 1º responsável é o primeiro-ministro socialista do governo socialista português.
Os miguelistas tinham códigos pouco subtis: aos inimigos, as forças liberais chamavam bestas. Quando as tropas adversárias se movimentavam ou, ao invés, bivacavam, avisavam-se por meio de mensagem das "bestas em movimento" ou "desinquietas" ou das "bestas paradas".
Muito ri quando li este código de tão fácil decifração. Até ontem.
Ontem, quando soube do resultado da votação, lembrei-me da velha cifra e dei comigo a pensar que era mais subtil e inteligente do que apressadamente julguei: é que as bestas são sempre os outros! O autor deste «blog», por exemplo, foi uma besta em nada ter feito, na parte que a si competia, para evitar a existência, em Portugal, de uma classe política que tem o mais completo desprezo pela vontade popular e decide a seu bel-prazer em matérias que deviam estar acima da saloiice canalha. Foi uma besta, mas só o descobriu em toda a extensão da desgraça, há horas, ontem, dia de luto para a cultura portuguesa.
Neste país suícida onde tudo morre, a paisagem, a história, a esperança, a boa fé, cometeu-se sem vergonha, sem rebuço, sem o menor escrúpulo, um acto inqualificável, imoral, criminoso e impolítico (como disse Pessoa), na sua desnecessidade e abuso.
sexta-feira, maio 16, 2008
Estava a pensar: como parece que tanto os portugueses como os brasileiros não atinam com a matemática nem com a física era bom fazer-se um acordo, uma coisa modernaça que envergonhasse o mundo, tal como acabámos de fazer agora.
Os brasileiros já começaram e nós temos de seguir o exemplo:
Quem diz isto é um professor brasileiro, muito conhecido por lá, Ubiratan D‘Ambrósio.
Vejam que ainda temos de andar:
«Os pais tem a melhor das intenções, só que foram enganados pelo sistema, prestam atenção em coisas mais acessórias do que o fundamental, que é a situação difícil que vivemos. Para eles terem outra compreensão, as autoridades, os professores, precisam ajudar a abrir os olhos dos pais para o fato de que o mais importante não é a matemática, mas as relações humanas.”
O professor reconhece a impossibilidade da sociedade resolver grandes problemas sem a matemática e seus instrumentos, até cita a questão da falta de água que pede a intervenção de engenheiros para buscar soluções, mas acha que há problemas maiores. “A sociedade não é feita só de engenheiros que irão cuidar da água. A matemática é muito importante na sociedade tecnológica moderna, porém há outros pilares da sociedade que estão sendo colocados de lado, como as relações humanas que estão ofuscadas pela busca por uma melhor matemática.»
O professor reconhece a impossibilidade da sociedade resolver grandes problemas sem a matemática e seus instrumentos, até cita a questão da falta de água que pede a intervenção de engenheiros para buscar soluções, mas acha que há problemas maiores. “A sociedade não é feita só de engenheiros que irão cuidar da água. A matemática é muito importante na sociedade tecnológica moderna, porém há outros pilares da sociedade que estão sendo colocados de lado, como as relações humanas que estão ofuscadas pela busca por uma melhor matemática.»
Estão a ver? O que é preciso são as relações humanas! E pelo quilate dos nossos políticos, tão bem ilustrado pelo "Porreiro pá!" do primeiro-ministro e pelo inesquecível "Safa! Safa!" do actual presidente da república, matéria prima para mais acordos e modernizações é o que não falta.
E acrescenta o sábio brasileiro: «Mas a matemática que está na escola só reconhece as regras e formalismos desligados das reflexões mutáveis de acordo com o ambiente em que se está.”»
Estão a ver? Não é só a lingua que estava desligada do ambiente: é, também, a matemática! Nunca vi uma sociedade com tanta mutação com a brasileira ou a portuguesa! É extraordinária a riqueza da vida intelectual destes países.
Queram algo de ainda mais significativo?
Atentem nesta visão revolucionária, de outro brasileiro sábio a propósito do ensino da matemática:
«Esta interação didático-pedagógica com os conteúdos matemáticos traz ao acadêmico a oportunidade de verificar as possibilidades de trabalho quando este tiver desempenhando o papel de educador.
Entretanto, estes métodos devem ser utilizados com cuidado, para que não tome a forma do método tradicional já declarado um grande formador de barreira social, considerado como um filtro social. Deve-se tomar o cuidado de não priorizar o pensamento lógico, tampouco a sistematização de conceitos, para que as aulas não se tornem desmotivadas. (realces e itálicos impensáveis)
Entretanto, estes métodos devem ser utilizados com cuidado, para que não tome a forma do método tradicional já declarado um grande formador de barreira social, considerado como um filtro social. Deve-se tomar o cuidado de não priorizar o pensamento lógico, tampouco a sistematização de conceitos, para que as aulas não se tornem desmotivadas. (realces e itálicos impensáveis)
Percebem agora porque motivo eles achavam ser inevitável o tratado!?
A assembleia da república aprovou o «acordo ortográfico» entre dois países analfabetos e atrasados, onde a fome sem metáfora é uma realidade.
Os deputados, que não prestam quaisquer contas aos seus eleitores, muitos deles semi-iletrados, votaram como seria de esperar.
Ainda havia gente pró-acordo preocupada. Gente abençoada! Supor que os deputados tivessem um mínimo de respeito por quem os elege é não conhecer isto, esta miséria apalermada e cheia de si em que se vive.
Espero que os animadores do manifesto não esmoreçam, no que me parece um verdadeiro atentado ao património histórico e um abuso de autoridade já que a ortografia, produto da história e património de todos, não é legislável, ferindo estes «acordos» direitos fundamentais.
Talvez algum tribunal, nacional ou internacional perceba o que esta miserável gente não percebeu.
Creio que vou seguir este princípio enunciado no Andarilho: «Mais, enquanto consumidor, a nível pessoal ou empresarial, devolverei á procedência qualquer documento, proposta de contrato, fornecimento ou aquisição de bens ou serviços, escrito em Portugal cuja ortografia apresente aquilo que considerar como erros. »
P.S. Há muito que já votava em branco.
Deixarei, a partir de agora, de votar em qualquer eleição para o parlamento.
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