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"Linkaram" o Impensavel, o "Extractos do Estrago da Nação", o "Reportagens Ambientais", os dois primeiros de Pedro de Almeida Vieira, o "Galo Verde" e o "XX-XY"
O Impensável a todos agradece.
quinta-feira, março 25, 2004
quarta-feira, março 24, 2004
Nos dois últimos post aconselhava - num deles com veemência - a leitura de livros. É uma forma de jactância, a actividade aconselhatória, seja ela embora branda e, por isso, a evitar. Enquanto espero os livros da Gallimard, leio agora - profíqua, esta Primavera - "Isabel, Condessa de Rio Maior", apresentação, biografia e notas de Maria Filomena Mónica. Como não há duas sem três, aconselho, também.
Ontem à noite, levado pelos furores primaveris de desatulhar de papel velho estantes, cadeiras e gavetas, preparava-me para deitar fora uma edição especial do BOA nº 29 - que é o Boletim da Ordem dos Advogados - julgando tratar-se de publicidade (uma publicidade tenebrosa, "topo de gama"), quando descobri a transcrição de uma comunicação do Prof. Fernando Gil sobre o Mal. Também recomendaria, se não fossem recomendações a mais.
Ontem à noite, levado pelos furores primaveris de desatulhar de papel velho estantes, cadeiras e gavetas, preparava-me para deitar fora uma edição especial do BOA nº 29 - que é o Boletim da Ordem dos Advogados - julgando tratar-se de publicidade (uma publicidade tenebrosa, "topo de gama"), quando descobri a transcrição de uma comunicação do Prof. Fernando Gil sobre o Mal. Também recomendaria, se não fossem recomendações a mais.
domingo, março 21, 2004
quinta-feira, março 18, 2004
Tinha, por um mero acaso, visto a entrevista que o Prof. Fernando Gil concedeu a Maria João Avillez acerca do “Impasses”, livro de que é co-autor.
Via-a, no entanto, sem lhe poder prestar atenção e as condições da emissão eram péssimas. Tomei nota mental para comprar a obra.
Entrevistadora e entrevistado estranharam o silêncio de que a saída do livro foi rodeada. Mais tarde, Pacheco Pereira recomendava a leitura do livro e estranhava, também ele, a falta de reacções.
Hoje, lido o “Impasses”, percebo que o espanto é retórico.
Quem lhe poderia responder? E o quê?
Leiam – aconselho veementemente - e digam se não tenho razão.
Via-a, no entanto, sem lhe poder prestar atenção e as condições da emissão eram péssimas. Tomei nota mental para comprar a obra.
Entrevistadora e entrevistado estranharam o silêncio de que a saída do livro foi rodeada. Mais tarde, Pacheco Pereira recomendava a leitura do livro e estranhava, também ele, a falta de reacções.
Hoje, lido o “Impasses”, percebo que o espanto é retórico.
Quem lhe poderia responder? E o quê?
Leiam – aconselho veementemente - e digam se não tenho razão.
quarta-feira, março 17, 2004
Ontem, e depois de quase um mês acoitado no puro pânico de viver este fim de inverno, voltei a Lisboa.
Os comboios para Lisboa, outrora definidores de tempos e modos (a propos, preciso comprar a antologia) mesmo de destinos, postmodernizaram-se e a gente vê-se em palpos de aranha para sacudir a impressão de um viajar sem sentido num mundo que se "suburbizou", que se viaja entre arrebaldes de um impossível destino em carruagens que imitam as de um metro de inexistentes metrópoles. Felizmente, a lezíria está lá fora - existe, por isso, o "lá fora" - e recupera-se o pé.
E as conversas, as conversas destes combóios uniclassistas, também se busque nelas algum alívio: ontem, era sobre a obra social de um activo pároco que discorriam os meus vizinhos de lugar. O tom das observações tinha de algum Júlio Dinis e da retórica oficial que, presumo, seja de praxe em inaugurações dos fontanários ou das "acessibilidades" de agora, rotundas, maioritariamente.
Chegado à Repartição - ia para uma repartição, e em trabalho - um calor imenso, atribuía um significado novo à expressão inferno burocrático. Lá de mais à frente na fila expectante, vem ter comigo a irmã de uma velha amiga e a espera - no meu caso, uma espera vã: era no andar de cima, onde não havia espera, o meu "guichet" - a espera, escrevia, passou-se entre o falar-se de amigos comuns a alguns aspectos mais herméticos das exigências e ingratidões dos caseiros do Douro. Detectado o erro - que acabei por não lamentar - despedimo-nos até à praia, ambos sem a certeza de irmos lá, este ano.
Não consegui tratar de nada: o novo diploma legal é recente, os funcionários não tiveram qualquer formação, obtive a promessa de que amanhã, estudado hoje, por ambos, o problema, se faria nova tentativa.
E com isto, ao meio dia já nada tinha que fazer senão esperar até à hora do combóio.
Levado, talvez, pela noção de que a questão administrativa não seria de difícil resolução - ou pelo calor - resolvi ver de almoço. Não estando em Lisboa a única pessoa com quem me gostaria de almoçar, decidi-me por um "snack" breve e resolvi dedicar-me a uma apreciação de como estava de "coisas de verão". Estava mal, feito de memória o inventário. Parti para as lojas e, devo confessar, as horas seguintes foram de prodigalidade.
Voltei no combóio da tarde, não "o da tarde" habitual, mas num outro, que me fascina por supor sempre que não existe, por julgar que, a viagem da tarde é o sonho breve, ainda a caminho de Lisboa, com o regresso a casa, num combóio de horario inverosímil que é aquele.
Em casa, verifico a bondade das compras, penalizo-me perante os absurdos, folheio os livros que comprei, releio mais uma vez as etiquetas, as instruções de lavagem, suspiro de desgosto, conforto e tédio e às dez da noite, ansioso por um sono lustral, deito-me e adormeço.
Os comboios para Lisboa, outrora definidores de tempos e modos (a propos, preciso comprar a antologia) mesmo de destinos, postmodernizaram-se e a gente vê-se em palpos de aranha para sacudir a impressão de um viajar sem sentido num mundo que se "suburbizou", que se viaja entre arrebaldes de um impossível destino em carruagens que imitam as de um metro de inexistentes metrópoles. Felizmente, a lezíria está lá fora - existe, por isso, o "lá fora" - e recupera-se o pé.
E as conversas, as conversas destes combóios uniclassistas, também se busque nelas algum alívio: ontem, era sobre a obra social de um activo pároco que discorriam os meus vizinhos de lugar. O tom das observações tinha de algum Júlio Dinis e da retórica oficial que, presumo, seja de praxe em inaugurações dos fontanários ou das "acessibilidades" de agora, rotundas, maioritariamente.
Chegado à Repartição - ia para uma repartição, e em trabalho - um calor imenso, atribuía um significado novo à expressão inferno burocrático. Lá de mais à frente na fila expectante, vem ter comigo a irmã de uma velha amiga e a espera - no meu caso, uma espera vã: era no andar de cima, onde não havia espera, o meu "guichet" - a espera, escrevia, passou-se entre o falar-se de amigos comuns a alguns aspectos mais herméticos das exigências e ingratidões dos caseiros do Douro. Detectado o erro - que acabei por não lamentar - despedimo-nos até à praia, ambos sem a certeza de irmos lá, este ano.
Não consegui tratar de nada: o novo diploma legal é recente, os funcionários não tiveram qualquer formação, obtive a promessa de que amanhã, estudado hoje, por ambos, o problema, se faria nova tentativa.
E com isto, ao meio dia já nada tinha que fazer senão esperar até à hora do combóio.
Levado, talvez, pela noção de que a questão administrativa não seria de difícil resolução - ou pelo calor - resolvi ver de almoço. Não estando em Lisboa a única pessoa com quem me gostaria de almoçar, decidi-me por um "snack" breve e resolvi dedicar-me a uma apreciação de como estava de "coisas de verão". Estava mal, feito de memória o inventário. Parti para as lojas e, devo confessar, as horas seguintes foram de prodigalidade.
Voltei no combóio da tarde, não "o da tarde" habitual, mas num outro, que me fascina por supor sempre que não existe, por julgar que, a viagem da tarde é o sonho breve, ainda a caminho de Lisboa, com o regresso a casa, num combóio de horario inverosímil que é aquele.
Em casa, verifico a bondade das compras, penalizo-me perante os absurdos, folheio os livros que comprei, releio mais uma vez as etiquetas, as instruções de lavagem, suspiro de desgosto, conforto e tédio e às dez da noite, ansioso por um sono lustral, deito-me e adormeço.
segunda-feira, março 08, 2004
Há dois ou três anos que, por estas alturas, finjo pensar a sério ir nas férias grandes para uma daquelas praias bretãs ou normandas que Eça escolhia para as férias da sua Família. Este ano, tomado de ambição, finjo que poderia, além disso, visitar algumas ilhas do Canal, ou mesmo a costa sul inglesa.
Porém, a solução mais sensata e que a inércia - deusa poderosa e salvífica a quem dedico um culto estreme - dita é ficar aqui, na cidadezinha semi-desértica, cultivando o passeio higiénico do depois do jantar das noites de verão, povoado de vozes ao longe de casais de reformados que relatam as peripécias serenas da primeira quinzena ou dos entusiasmos dos adolescentes que estiveram "lá em baixo" - presumo que no Algarve - e ainda vão sair outra vez (vão sempre sair outra vez). Mentem eles um pouco - mais para não desiludir os circunstantes do que por vã glória - e minto eu no fingir ouvi-los desatento às geografias recônditas que contam, no não ser um resignado cartógrafo delas.
Porém, a solução mais sensata e que a inércia - deusa poderosa e salvífica a quem dedico um culto estreme - dita é ficar aqui, na cidadezinha semi-desértica, cultivando o passeio higiénico do depois do jantar das noites de verão, povoado de vozes ao longe de casais de reformados que relatam as peripécias serenas da primeira quinzena ou dos entusiasmos dos adolescentes que estiveram "lá em baixo" - presumo que no Algarve - e ainda vão sair outra vez (vão sempre sair outra vez). Mentem eles um pouco - mais para não desiludir os circunstantes do que por vã glória - e minto eu no fingir ouvi-los desatento às geografias recônditas que contam, no não ser um resignado cartógrafo delas.
quinta-feira, março 04, 2004
terça-feira, março 02, 2004
Noite passada dedicada a leituras. Comecei pelo TLS onde li o artigo de Georges Steiner sobre o livro de Pierre Bouretz "Témoins du Futur - Philosophie et messianisme" - que aconselho. Deixo um link-recado para o Rua da Judiaria. Depois de ter lido o artigo, passei os olhos pelo último livro do Comte-Sponville "Le capitalisme est-il moral?" - cedo demais para fazer um juízo, mas fez-me reler partes do Esplendor da Verdade.
Acabei, já tarde, a ler Mme. de Sévigné na única edição que possuo - uma velhinha "Sá da Costa" traduzida por Vitorino Nemésio.
Tenho de mudar de lote de café "aprês dîner"...
Acabei, já tarde, a ler Mme. de Sévigné na única edição que possuo - uma velhinha "Sá da Costa" traduzida por Vitorino Nemésio.
Tenho de mudar de lote de café "aprês dîner"...
segunda-feira, março 01, 2004
sexta-feira, fevereiro 27, 2004
É como escrevia há pouco: vento áspero e muito frio. Cá em casa sempre se temeram os Fevereiros e responsabilizavam-se alguns deles pelas longas estadias de parentes em longínquas montanhas. De um deles, condenado a seis ou sete anos de Davos, li quase toda a correspondência, num fim-de-semana que passei em casa de uma irmã sua. Esperanças na cura rápida, primeiras desilusões e contratempos, o habituar-se a um outro tempo, uma paixão exótica por uma filha de um ministro (ou presidente?) de um país da America Latina (Perú? Uruguai? Já não me lembro) e, finalmente os prenúncios - diria, as primeiras suspeitas - de cura. A última carta que li dele, um postal de Veneza, na Praça de S. Marcos, mostrava-o coberto de pombos, sorrindo, no começo dos anos trinta. A viagem de regresso, longa e ziguezaguante desmentia as saudades de casa e de todos os seus que protestava nos finais das suas cartas. Veio a morrer num verão, trinta e cinco anos depois, de congestão, que logo foi atribuída à demasia do sol de Julho. Imolado aos elementos, este Castorp lusitano.
quarta-feira, fevereiro 25, 2004
Manhã inteira sem electricidade - e dadas as modernidades (bombas de elevação que funcionam a energia eléctrica, etc.) - sem água.
Isto quanto à situação externa.
Quanto a internidades, a sinusite transformou a minha cabeça em algo fluído viscoso por onde escorrem gemidos e imprecações, uma ou outra lúgubre ideia. Refugiei-me, acocorado, como um papagaio de mim mesmo, sobre o ombro esquerdo, de onde contemplo toda esta lastimável situação com indizível repulsa e nojo.
Péssimo humor.
Vou amuar.
Isto quanto à situação externa.
Quanto a internidades, a sinusite transformou a minha cabeça em algo fluído viscoso por onde escorrem gemidos e imprecações, uma ou outra lúgubre ideia. Refugiei-me, acocorado, como um papagaio de mim mesmo, sobre o ombro esquerdo, de onde contemplo toda esta lastimável situação com indizível repulsa e nojo.
Péssimo humor.
Vou amuar.
domingo, fevereiro 22, 2004
quinta-feira, fevereiro 19, 2004
Passei rapidamente, o sono urgia.
Mas parece-me que é um blog e seguir com atenção
Amanhã - logo - vou ver melhor o Fogo Grego.
Mas parece-me que é um blog e seguir com atenção
Amanhã - logo - vou ver melhor o Fogo Grego.
terça-feira, fevereiro 17, 2004
À tarde descobri que não tinha selos e fui comprá-los a um daqueles postos de correio automáticos. Este fica logo ali, depois do jardim. Quando virei a esquina, vi o painel dos selos aberto e embrenhado nas parcas entranhas deixadas a descoberto, uma criatura de ar apavorado e infeliz. Perguntei, amável, se iria demorar muito. Ele, que na mão esquerda empunhava uma folhinha A4 com meia dúzia de linhas de instruções, respondeu-me que sim. "Uhm", murmurei eu, com um ar contrariado, "mas é difícil"? Que sim, novamente. Resolvi esperar, sem pressa que estava. Durante cinco minutos olhou aquele papel, que eu fui lendo em olhadelas furtivas. Pareceram-me as instruções pristinas. Eu julgara antes, por um ar que julguei de enfado, que o homenzinho seria um céptico das modernices que, obrigado a conviver, a tratar com elas, exibia o mesmo ar que um marceneiro ateu convicto poria se lhe destinassem como tarefa a amorosa restauração da estátua dos Três Pastorinhos.
Não se tratava disso, porém. O que estava à vista era o que não via há muito, em grau tão elevado de pureza: a velha e simpática burrice, de cara lavada, sem disfarces nem arrebiques, apenas levemente tímida e tristonha.
Comovi-me, desejei bom trabalho, murmurei mesmo algumas coisas sobre "estas coisas que estão sempre avariadas" e pus-me a caminho do correio, imerso na memória das pessoas burras da minha infância, de uma burrice simples e bondosa,um pouco acanhada, e de quem tanto gostei: criadas velhas, um ou outro colega de escola, aquela velha parenta que nunca ouvia bem.
Os selos lá aumentaram outra vez. Não sei onde iremos parar...
Não se tratava disso, porém. O que estava à vista era o que não via há muito, em grau tão elevado de pureza: a velha e simpática burrice, de cara lavada, sem disfarces nem arrebiques, apenas levemente tímida e tristonha.
Comovi-me, desejei bom trabalho, murmurei mesmo algumas coisas sobre "estas coisas que estão sempre avariadas" e pus-me a caminho do correio, imerso na memória das pessoas burras da minha infância, de uma burrice simples e bondosa,um pouco acanhada, e de quem tanto gostei: criadas velhas, um ou outro colega de escola, aquela velha parenta que nunca ouvia bem.
Os selos lá aumentaram outra vez. Não sei onde iremos parar...
segunda-feira, fevereiro 16, 2004
Na sexta-feira passada fiz viagem de Lisboa para aqui. Santa Apolónia deserta, o combóio quase. Li o jornal e, do corredor, espreitei a lezíria.
Depois, nessa noite, já chegado e livre do eu viajante, vi nos mails o convite da Amazon.fr para comprar o último livro do Comte-Sponville "sur le capitalisme". Comprarei, em princípio. Idem, quanto ao "Reading after theory" da Valentine Cunningham. Compras pouco sensatas: ao jantar - pelo menos onde janto - não se fala da moralidade do capitalismo ou de teoria da literatura. Por isso, tenho de comprar umas memórias, ou alguma coisa sobre viagens para os jantares da primavera e do verão. Vi, no outro dia, um livro sobre as do Rei D. Pedro V. Na próxima ida a Lisboa irei investigar se tem algum préstimo para os tempos mortos a meio da entrada, quando o elogio da salada soa a falso e já se disse tudo sobre o sorvete de espinafres.
Depois, nessa noite, já chegado e livre do eu viajante, vi nos mails o convite da Amazon.fr para comprar o último livro do Comte-Sponville "sur le capitalisme". Comprarei, em princípio. Idem, quanto ao "Reading after theory" da Valentine Cunningham. Compras pouco sensatas: ao jantar - pelo menos onde janto - não se fala da moralidade do capitalismo ou de teoria da literatura. Por isso, tenho de comprar umas memórias, ou alguma coisa sobre viagens para os jantares da primavera e do verão. Vi, no outro dia, um livro sobre as do Rei D. Pedro V. Na próxima ida a Lisboa irei investigar se tem algum préstimo para os tempos mortos a meio da entrada, quando o elogio da salada soa a falso e já se disse tudo sobre o sorvete de espinafres.
sábado, fevereiro 14, 2004
O Miniscente, que também já há muito pertence ao rol dos visitados, passou a indicar este "blog" na sua lista.
O Impensavel agradece, obrigado, e promete em breve* reparar a injustiça da omissão do Miniscente na sua lista.
* é que, "acrescentar a lista" pode revelar-se uma tarefa desmoralizante para o autor deste blog. Entenda-se o "em breve" à luz destes factos.
O Impensavel agradece, obrigado, e promete em breve* reparar a injustiça da omissão do Miniscente na sua lista.
* é que, "acrescentar a lista" pode revelar-se uma tarefa desmoralizante para o autor deste blog. Entenda-se o "em breve" à luz destes factos.
quarta-feira, fevereiro 11, 2004
Envelhecer talvez seja, também, isto: perceber que fazemos parte deste soluto de sol e azul - ou do vago cinza dos dias chuvosos - aceitar com gosto que somos uma partícula em suspensão; e libertarmo-nos da natureza saturada e indissolúvel da juventude, da solidez do precipitado.
É um estoicismo de segunda mão, bem o sei, mas o dia está bonito, quero estar ao sol.
É um estoicismo de segunda mão, bem o sei, mas o dia está bonito, quero estar ao sol.
sábado, fevereiro 07, 2004
Hoje, quando abri o computador, fui recebido por uma mensagem de erro grave. O windows superou a situação mas o "informático" a quem telefonei a bradar por auxílio pôs um ar grave e circunspecto.
Além de, na semana que vem, ter de estar longe do pc por um ou dois dias, há esta novidade.
Por isso, se o Impensado for muito intermitente nos próximos dias, peço à minha meia dúzia de leitores que compreenda que não é minha a culpa pelo tremeluzir do blog.
Além de, na semana que vem, ter de estar longe do pc por um ou dois dias, há esta novidade.
Por isso, se o Impensado for muito intermitente nos próximos dias, peço à minha meia dúzia de leitores que compreenda que não é minha a culpa pelo tremeluzir do blog.
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